segunda-feira, 31 de agosto de 2009

mú(Si)cas de verão # 3


Na blogosfera....



calma... Setembro está quase aí, para a verdadeira silly season!!


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

E O PRÉMIO VAI PARA....

(clicar para aumentar)

Lançado pela Kristal, na caixa de comentários deste post, o segundo passatempo, relativo à obra de Umberto Eco 'O Nome da Rosa', suscitou alguma agitação nas pesquisas, em busca da razão que teria levado o autor a escolher o nome 'Adso', para baptizar o aprendiz do Monge Guilherme de Baskerville.

De uma forma brilhante, a Luísa, fez uma pesquisa exaustiva, tal como poderão ver aqui, surpreendendo até a própria Kristal, com o rigor dos elementos, já que a pergunta foi feita, tendo por base o que está escrito na badana do livro, acima reproduzida.

Olha...
Então e agora, meu Deus??
Que fazer??
Como resolver quando se tem mais soluções que perguntas??
Será isto que acontece quando os actores aguardam a atribuição dos Óscares em Hollywood??
Só pode!!
Se eu faço assim, pode acontecer...,
mas se for ao contrário também não será que...,
e como será se eu...??
Ãããhhh?? Como??
(bzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbz)
Ah! Que rica filha que eu tenho!
Já está tudo resolvido e tão fácil, afinal!!!

Huuum, huuum, então cá vai, Senhoras e Senhores

(truuumtrrummtrrrrurummmmmm)

A vencedora do passatempo desta semana é:


Por ter acertado na resposta pedida, terá direito a este prémio, que, mais uma vez, saiu das mãos da minha herdeira:



(clap, clap, clap, clap, clap)

E AINDA
Menções Honrosas
para:

e

com este prémio extra, igual para ambas:


Espero que gostem, e que, sobretudo, se tenham divertido!

(Ah! E, já agora, um agradecimento especial à Kristal!!)


PARABÉNS A TODAS!!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ó pra ele tão poupado!!!

Esperar-se-ia que escolhesse Redken, Schwarzkopf, Revlon ou até tratamentos capilares à base de caviar, mas não, afinal é Linic, o que Cristiano Ronaldo usa, quando pretende libertar os seus ricos cabelinhos, das postas de quatro e cinco andares de gel de efeito molhado.
E isto preocupou-me.
A ponto de escrever um post sobre o assunto.
É que um ídolo metrossexual ter caspa, é grave. Ainda que seja um chunga-chique, como dizem as más línguas, não desejo a ninguém andar preocupado com aquelas irritantes películas brancas que se espalham pelos ombros, logo tão destacadinhas que ficam nas camisas de seda escura.
E no smoking das cerimónias de entrega de prémios para Melhor Jogador do Mundo??
Vai-se a ver, as palmadinhas nas costas antes do discurso da vitória, não eram de felicitações, antes eram, qualquer coisa entredentes, ó pá, 'pera aí, que tens aqui umas cenas, deixa cá sacudir, que até parece mal não teres tomado banho antes de vir, bolas, se o gel fosse bom, até tas colava ao couro cabeludo, ou então podias era ter pedido uma escova de fatos à Paris Hilton...
Felizmente, o rapaz foi bem aconselhado.
Agora usa Linic.
E qualquer dia ainda o vemos no Continente, aquele do Belmiro, de eurito em punho para ir buscar o carrinho, que irá carregar a palete deste champô, enquanto as fãs, em delírio, se descabelam todas pelo autógrafo.
Aposto!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

fugas



Enchi-os de esperanças, de sonhos e certezas tantas, futuros presentes e passados dormentes, fortes correntes que se soltaram, caminhos perdidos que se encontraram, amores perfeitos desiludidos, desencontros e pensares antigos.

Soprados por ventos insulares, subiram ao céu, foram pelos ares, pintando as nuvens deste cenário, parecendo que chove, mas ao contrário.

**Post publicado em Fevereiro de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

(Si)lly season ads

A primeira vez na Ópera...

video

(Si)lly, right?? Depois não digam que eu não avisei...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

HOJE É DIA DE PRÉMIO!!!!!

Pensavam que me tinha esquecido, baldado, passado à frente, desistido ou feito de conta que não tinha dito nada??
Mas, por quem me julgam??
Faz hoje oito dias, aqui mesmo, que lancei o desafio para um passatempo, relacionado com a peça O Nome da Rosa, uma adaptação dos Fatias de Cá, à obra homónima de Umberto Eco.
Muito participado e por quase todos acertado, a resposta às perguntas colocadas também não era, de todo, difícil.
Assim sendo, os nomes pedidos seriam, precisamente, os de Adso de Melk e Jorge de Burgos, respectivamente, o aprendiz de Guilherme de Baskerville e o monge responsável pela morte dos sete confrades.
E o prémio?
Para alguns já não será propriamente uma surpresa, já que noutra ocasião, recorri aos serviços desta caríssima ilustradora: a minha filha, que, uma vez mais, aceitou em premiar o vencedor, desta vez com a imagem da Janela do Convento de Cristo, onde decorre toda a acção da peça.

Vá lá, pronto, eu não faço mais suspense...

Rufem os tambores, preparem-se os discursos de vitória, que, a grande vencedora deste passatempo de verão é:

LUÍSA

Parabéns, vizinha e obrigado a todos pela participação!

Adenda: Por sugestão do Carlos e desafio da Kristal, há, na caixa dos comentários, novo passatempo, por isso, citando esta última, 'bora lá a puxar pelos galões!!

(e, desde já, prometo prémio!!)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

antes do Tempo ser Tempo # 3


Na Terra do Fogo, antes do Tempo ser Tempo, assim que o sol se punha, a luz adormecia. Agasalhados pelo véu escuro da noite, Hipnos, Morfeu e Phantasos, desciam as escadas dos cúmulo-nimbos, com os passos abafados pelos estratos, e com as mãos cheias de feixes de cirros e de ventos indomados, recolhidos em Neptuno, onde as temperaturas são tão baixas, que congelam o pensamento dos Deuses. Pé ante pé, invadiam com eles as mentes mortais, abandonadas nos seus braços, sem resistência, povoando o sono, o sonho e a fantasia de seres adormecidos, com as imagens divinas, flutuantes à deriva na superfície dos sentidos, irreverentes e inquietas umas, serenas e indolentes outras.
Numa das noites, fluiu-lhes das mãos, um pensamento de Artémis, que logo foi pousar no inconsciente da mais bela das donzelas em repouso.
Soprado com suavidade por Morfeu, espalhou-se, primeiro sem definição, depois com nitidez e, à medida que se ia clareando, tornou-se no sonho que mudaria toda a vida de Eléia.
Viu-se no meio da floresta. No meio de árvores altas e frondosas, que espreguiçavam os ramos para o sol. Folhas de hera, à mão de semear, para delas fazer uma coroa que segurasse com jeito o longo cabelo. Um regato, salpicado pelas pedras e pelas ondas circulares dos peixes que assomavam à superfície, cheio de uma frescura que apetecia beber. Ao longe, cânticos de aves-liras, que cortavam o ar e manchavam o céu das cores do arco-íris. Mais um sopro ligeiro e Eléia até conseguiu sentir o cheiro do visco e do orvalho da manhã, naquele bosque paradisíaco.
Impulsionado por Phantasos, o vento abriu, então, uma clareira na parede de musgo e deixou entrever uma passagem que atraiu Eléia para o seu interior, fechando-se de seguida, a moldar-lhe o corpo e empurrando-a para a frente até um jardim, onde, escondido, brincava Hermes, experimentando a sua destreza no domínio das sandálias aladas.
Sem se surpreender pela presença, Hermes tomou nos braços Eléia, disparando nos céus do bosque, atravessando as nuvens, competindo com os falcões, voando em círculos, a pique e a planar, sem lhe dar tempo a respirar, a protestar, a reagir. Arrebatada naquele abraço, Eléia mais não fez que enlaçar aquele corpo e deixou-se ir, de olhos fechados, contraída de susto e de emoção.
Amanheceu. E Eléia acordou, ainda agarrada ao leito, de dedos crispados e o coração acelerado.
Ainda não sabia que, em breve, seria mãe de uma menina com asas, linda, mágica e perfeita para cuidar dos bosques mágicos que os Deuses do Olimpo usam para brincar.


**Post publicado em Fevereiro de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

mú(Si)cas de verão # 2

Há 10 anos atrás, era assim no Olympia.

Sentem-se, aumentem o volume e apreciem o estilo de Compay Segundo e não só...

(ver até ao fim)

Os mojitos estão prontos a beber.

Sirvam-se!

(e deixem à saída 3 euritos por cada um, sim??)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

horas de verão # 2

A sugestão veio daqui.

A informação do site, também, o contacto fez-se logo ali, no sítio da reserva online dos bilhetes. Eram 3, se faz favor.

Num belo de um Domingo soalheiro, pusemo-nos a caminho da minha cidade ancestral, com paragem e almoço agendados na morada de um colega de tropa do cara-metade, para um reencontro fugaz, que esperou mais de 20 anos para acontecer. Há amizades que não envelhecem. Esta é uma delas, digo eu.

Mas vamos, temos que ir, o Convento de Cristo espera-nos, para a tal da adaptação para peça de teatro, da obra de Umberto Eco, O Nome da Rosa.

Huuuummm, teatro? Português? Amador, ainda por cima?? Fatias de Quem??

Cessem as interrogações.

Não fora a fraca qualidade das fotografias, e poderia fazer mais justiça ao que assistimos: uma original peça de teatro, cujo palco é o próprio Convento, o público anda ou corre, literalmente, atrás dos actores, conforme eles se deslocam pelos vários claustros, salas e antecâmaras, e até partilha os 6 momentos de refeição dos monges, incluídos nas cerca de 5 horas de espectáculo. Parece muito? 'Ca ganda seca? Não. Nem pensar. Passaram a voar e só nos sentámos para comer.

Este era o monge cego

Guilherme de Baskerville, o monge-detective, num momento de interrogatório
Os representantes do Papa

Fatias de pão tostado no forno com queijo derretido e oregãos

Querem mais??
Concedo, mas só para quem me responder acertadamente às seguintes questões:
- Como se chamava o monge aprendiz de Guilherme de Baskerville?
- Quem era o assassino dos sete monges?

Se os ventos que vêm de um certo Rochedo, soprarem na direcção certa, talvez este passatempo também tenha muitas participações e um prémio surpresa....
Façam o favor, estejam à vontade!!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

mentalidades



desfio fios de pensamentos,
emaranhados em novelos,
são pontas soltas, sentimentos
sonhos bons ou pesadelos.
correm velozes, fugidios,
tão céleres nos meus sentidos,
são alvos, escorregadios,
tão negros ou retorcidos.
de quando em vez lá apanho
algum deles na correria;
convencida que o tenho
e que não mais escaparia,
seguro-o com firmeza,
guardo-o com certeza,
que ele diga o que sinto,
que ele diga o que eu faria!


**Post publicado em Novembro de 2008

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

message in a bottle



Dei-lhe um pontapé e quase disse um palavrão, daqueles vernáculos incompreensivelmente libertadores. Estava escondida debaixo de uma duna minúscula que os caprichos das ondas construíram à sua volta, mesmo no limite da maré. A consciência cívica impunha uma acção de cariz ambiental, enquanto os impropérios mentais se dirigiam para um alvo fictício, de um jovem adepto da bebedeira sacramental ou de um espaçoso pai de família que aliviou a carga da mala térmica do peso da mine superbóquica.
Com o polegar e o indicador, peguei-lhe, enojada, e qual não foi o meu espanto, quando o manto de areia escorreu, deixando revelar a elegância de um vidro fino e transparente, rolhado a cortiça, que encerrava nas entranhas um rolo de papel amarelado.
Logo a imaginação cavalgou desenfreada, e na sua garupa, veio ao de cima a emoção da descoberta do mapa de um tesouro de valor incalculável, imagens de uma personagem em desespero solitário que, por este último recurso, comunicava ao mundo a sua sobrevivência, uma outra, frágil e fatal, a confessar o seu amor proibido e incestuoso, ou outra ainda, que, por mares nunca dantes navegados, quisesse salvar uma obra épica de perigos e guerras esforçados...
Foi com as mãos a tremer de expectativa, pois, que removi a rolha do gargalo e redobrei os cuidados ao recolher o papel, não fosse ele um pergaminho, um papiro até, de antiguidade a confirmar pelos testes de carbono 14, em perigo de se desfazer em mil partículas de pó.
Lentamente desenrolado, e colocado à luz dos últimos raios de sol, exibiu os seus segredos, arrebatando todo e qualquer exercício de imaginação.
Era uma frase simples, seguida de uma lista de nomes, perfeitamente caligrafados.
O último, era o meu.
Mistério insondável??
Não.
Apenas e só o corolar de uma evidência: 'Se nunca te saiu o Euromilhões, o que esperavas que te saísse numa garrafa vazia de Eristoff?'

sábado, 8 de agosto de 2009

há mails que dão um post # 3

Parkour 1930

video


E a gente a pensar que os meninos de agora eram originais....

Pfffffffff!!

Se bem que, pensando bem, os que o praticaram em 1930, hoje, já terão um tudo nada de dificuldade...


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

sonho de menina


Pela janela, entravam frases soltas, bocados de pensamentos, palavras esquecidas a um canto que reclamavam vida, porque o dia a dia gosta é de ideias corridas, não perde tempo com elaborações.
Mas estava chegada a hora.
Com uma rede, daquelas com que se apanham borboletas ou estrelas, tentava afincadamente recolhê-las, com jeito, com leveza, para não as beliscar.
Depois, separava-as, ordenava-as, dava-lhes forma, enquanto lhes dizia:
- Agora, vais para aqui, que os teus manos estão à espera.
- Tu, que já há muito tempo não aparecias, ficas na fila da frente, para seres usada mais depressa.
- Agora é a tua vez; Ah! Eras mesmo tu quem eu queria para acabar ali uma coisa. Ainda bem que vieste...
- Olá, estás aqui? A sério que queres ficar? Então está bem, eu ponho-te com as mais velhas.
E ria, e brincava e esticava-se toda para chegar com a rede mais acima, onde flutuavam as mais difíceis. Até se pôs em cima de um banco, para chegar àquela que ficou presa na moldura da janela.
- Anda cá, não tenhas medo, quero-te conhecer melhor, saber de onde vens e o que tens para dizer! Vá lá, não fujas!
Esteve assim o dia todo, ora muito grande, ora muito pequena, conforme se dava toda, de rede na mão, ou se encolhia na tarefa de as pôr a jeito.
A noite apareceu e ela fechou a janela.
- Amanhã também é dia, estou tão cansada!
Deitou-se e fechou os olhos. Sonhou, a sorrir, com todas que lhe tinham passado pelas mãos.

- É tão divertido aprender a ler!

**Post publicado em Dezembro de 2008

terça-feira, 4 de agosto de 2009

mú(Si)cas de verão

Sábado passado, na Marginal de Matosinhos, com a Orquestra de Jazz do Concelho.

Nem o frio cortante nem a uma hora de atraso no começo do concerto fizeram arredar pé.

Filha de peixe sabe nadar!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

às (Si)gundas-feiras


...e mais não digo!!